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No Arrebatamento (Parte 1): Um será “TOMADO” E OUTRO “DEIXADO”

UM SERÁ “TOMADO” E OUTRO “DEIXADO” (Parte 1)
Por: Renato Teixeira.
Análise de Lucas 17.22-37 sobre os que serão “levados” e “deixado

 

Em Mateus 24 Jesus apresenta DOIS QUADROS DIFERENTES e opostos de Sua “vinda”:

Mateus 24.21, 29-31 registra que Sua “vinda” ocorrerá APÓS a tal “Grande Tribulação” – ou seja: Ele virá MEDIANTE um CENÁRIO DE CAOS e RUÍNA:


Já em Mateus 24.37-41 está dito que Sua “vinda” “TAMBÉM” ocorrerá mediante um CENÁRIO DE TRANQUILIDADE e rotina de vida festiva – quando pessoas estarãocomendo, bebendo, casando” – ou seja, Ele virá “também” MEDIANTE um CENÁRIO DE TRANQUILIDADE, que ANTECEDERÁ uma “onda” ou “série” de destruições (ruína essa representada pelos exemplos do Dilúvio e de Sodoma):


E É NESSE MOMENTO FESTIVO e COTIDIANO (que ANTECEDERÁ uma “onda” ou “série” de destruições): QUE UNS SERÃO TOMADOS (ou “levado”) E OUTROS SERÃO DEIXADOS.

Seria isto uma referência ao Arrebatamento? 

Mais, do que isso: estaria Jesus dando uma indicação de que esse evento (o Arrebatamento) ocorrerá ANTES de ter início uma série de calamidades que arrastará o mundo para uma ruína global e total? (a “Grande Tribulação”)? 


NOTA: reforço o que o próprio Jesus declarou MAIS DE UMA VEZ: “assim será também a vinda do Filho do homem” (Mateus 24.27, 37 e 39). Esse “ASSIM será TAMBÉM” estaria indicando que Jesus chama a nossa atenção para dois casos ou realidades diferentes?

(VEJA O ESTUDO: OS DOIS CENÁRIOS DA VOLTA DE CRISTO)


Pois, como seria possível que depois de falar de Sua “vinda” ocorrendo “APÓS” a Grande Tribulação (em Mateus 24.29-31) o próprio Jesus, mais adiante, também passe a descrever Sua “vinda” correndo em meio à dias “ANTERIORES ao que Ele comparou com o Dilúvio? (Mateus 24.37-41). Dias quando pessoas  estarão “comendo”, “bebendo”, “casando”. E mais ainda, dias quando as pessoas estarão também “comprando”, “vendendo”, “plantando” e até “edificando” (Lucas 17.28)

Ou seja, Jesus claramente fala de Sua “vinda” ocorrendo TAMBÉM não apenas em meio a um cenário de tranquilidade, mais TAMBÉM ocorrendo ANTES de uma catástrofe de grande impacto e descrição (exemplificadas pelo Dilúvio e pela destruição de Sodoma).





Porém, existem aqueles (os defensores da crença de que o Arrebatamento só ocorrerá após a Grande Tribulação – os chamados pos-tribulacionistas) argumentando que quando Jesus falou sobre “levar” uns e “deixar” outros (em Mateus 24.40, 41) estaria falando de separar trigo e joio. Ou seja, recolher o trigo (os salvos) para, então, destruir ou exterminar o joio (os não salvos) LOGO A SEGUIR.

Como base para apoiar essa ideia (ainda que bem intencionada) os pos-tribulacionistas recorrem à Lucas 17.34-37, onde é dito assim:

“Digo-vos que naquela noite estarão dois numa cama; um será TOMADO, e outro será DEIXADO. Duas estarão juntas, moendo; uma será TOMADA, e outra será DEIXADA. Dois estarão no campo; um será TOMADO, e o outro será DEIXADO. E, respondendo, disseram-lhe: ONDE, Senhor? E ele lhes disse: ONDE ESTIVER o corpo, aí se ajuntarão as águias [ou ‘abutres’].”

Só porque na passagem de Lucas 17.22 a 37 Jesus fala de Sua “vinda” nos mesmos termos de Mateus 24. 37-41 (como nos dias de Noé) então os pos-tribulacionistas concluem que o momento quando ocorrer o “levar” de uns e o “deixar” de outros é após a Grande Tribulação. E a razão dessa conclusão seria pelo fato de que ao finalizar, dizendo “... um será tomado, e o outro DEIXADO”, logo a seguir os discípulos teriam perguntando “ONDE, Senhor?”. O que, por fim, Jesus responde:

ONDE ESTIVER o corpo, aí se ajuntarão as águias [ou ‘abutres’].”
(Lucas 17.36, 37)

Então, o próximo passo no argumento pos-tribulacionista é chamar atenção para Apocalipse 19.11-21 (em especial, os versos 17-18, 21). Pois essa passagem fala claramente que APÓS a vinda de Jesus, no final da “Grande Tribulação” e do também a derrota da Besta (o Anticristo) e seus exércitos na batalha de Armagedom, haverá corpos de mortos espalhados para que então “todas as aves” possam se fartar “das suas carnes”.

Estariam os pos-tribulacionistas com a razão? É o que veremos na Parte 2 deste estudo.


Continua na Parte 2

2 comentários:

  1. Estou maravilhada com esse estudo,muito obrigada pelo seu trabalho abençoado ! Buscarei urgentimente a parte2

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  2. Não vos deixeis enganar pelos falsos argumentos dos pré-tribulacionistas. A passagem mencionada por Jesus é muito clara ao comparar essas coisas com os dias de Noé, ou seja, ser levado significa morrer, e ser deixado significa ser poupado. Dar especulações para tentar defender o pré-tribulacionismo é o cúmulo dos absurdos.

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